A ex-prefeita de Vitorino Freire, Luanna Rezende, oficializou sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT), em São Luís. Com o ato, ela confirma sua pré-candidatura a deputada estadual pela legenda.
“Hoje é um dia marcante na minha caminhada. Passo a integrar um partido que tem compromisso com quem mais precisa: o povo trabalhador e as famílias que lutam diariamente por uma vida melhor. Porque não podemos deixar ninguém para trás. Assumo esse novo momento com responsabilidade, coragem e muita convicção: o Brasil precisa seguir avançando. Coloco meu nome à disposição como pré-candidata a deputada estadual para continuar representando a nossa gente e também na missão de contribuir para a reeleição do presidente Lula, garantindo oportunidades, justiça social e mais desenvolvimento para o Maranhão”, declarou, agradecendo aos integrantes do partido pela confiança, em nome da presidente estadual, Patrícia Carlos.
O ato de filiação contou com a presença de dirigentes e membros da legenda. A presidente estadual destacou a chegada da nova filiada. “Boas-vindas à companheira Luanna, que agora é nossa pré-candidata a deputada estadual e chega para fortalecer o time do presidente Lula no Maranhão”, afirmou.
A investigação sobre um suposto esquema de influência em decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça.
Segundo a Polícia Federal, o caso teve início a partir de uma delação premiada que apontou a atuação coordenada de servidores, advogados, magistrados e empresários em processos de alto valor econômico.
Como a investigação começou
As apurações indicam que um ex-integrante da estrutura do Judiciário relatou movimentações consideradas suspeitas em processos estratégicos. A partir dessas informações, a PF passou a identificar uma possível rede de atuação envolvendo diferentes agentes.
Estrutura do suposto esquema
De acordo com os investigadores, o grupo funcionaria com divisão de funções. Assessores seriam responsáveis por intermediar contatos, enquanto advogados e outros envolvidos fariam a ligação entre interesses privados e decisões judiciais.
O objetivo seria influenciar o resultado de processos em troca de pagamentos e vantagens financeiras.
O papel do ex-assessor
Entre os citados na investigação está Lúcio Fernando Penha Ferreira, ex-assessor conhecido como “assessor ostentação”.
Segundo a PF, ele seria um dos principais intermediários do esquema, responsável por aproximar partes interessadas de integrantes do Judiciário e facilitar negociações relacionadas a decisões judiciais.
Há relatos de que valores teriam sido pagos em troca de decisões favoráveis em processos específicos, incluindo pagamentos em dinheiro vivo e transferências bancárias.
Medidas adotadas pela Justiça
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em diferentes cidades. Também houve apreensão de dinheiro em espécie.
A Justiça determinou medidas cautelares, como afastamento de investigados, bloqueio de bens e monitoramento eletrônico..

















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