O pré-candidato Eduardo Braide enfrenta uma crise de imagem após um vídeo da influencer e Miss Maranhão Gay, Valesca Furtado, viralizar e expor o abismo entre seus números digitais e a realidade das ruas. Enquanto a equipe do ex-prefeito tenta vender uma imagem de força popular, a realidade foi “atropelada” por um conteúdo orgânico que alcançou 5,4 milhões de visualizações em tempo recorde.
O ponto de inflexão ocorreu quando Valesca apareceu com o rosto pintado de prata — uma alusão direta ao uso de perfis automatizados. A influencer não apenas ironizou a estética digital de Braide, mas confrontou os dados: o anúncio da pré-candidatura do ex-gestor, apesar de registrar um volume suspeito de 63 mil comentários, não conseguiu gerar o mesmo impacto ou espontaneidade que a crítica de Valesca.
A evidência: cadeiras vazias vs. métricas infladas
Valesca trouxe o fato que o marketing oficial tentou esconder. Ao sobrepor imagens de eventos esvaziados e com público reduzido aos números gigantescos das redes sociais, ela evidenciou uma estratégia de “bolha”. O vídeo comprovou que a militância digital coordenada — que inclui ataques diários a adversários — não tem conseguido se converter em mobilização real.
Vale lembrar que o “engajamento artificial” de Braide foi exposto pela primeira vez pelo radialista e titular deste blog, Marcello Minard.
O contraste entre os 5 milhões de views de uma crítica e os eventos físicos sem adesão desmonta a eficácia da estrutura digital montada por Braide.
O episódio confirma que a tentativa de transformar curtidas em capital político falhou diante de uma única câmera e uma crítica bem-humorada, deixando a pré-campanha de Braide em uma posição defensiva perante o eleitorado real.
















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