O deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA) subiu à tribuna da Câmara e acusou o ministro Flávio Dino de utilizar o cargo no Supremo Tribunal Federal para promover uma perseguição deliberada contra o ex-senador Roberto Rocha. O parlamentar classificou a manobra como um uso político da toga para interferir diretamente na disputa eleitoral maranhense.
A acusação gira em torno da reabertura de uma queixa-crime por calúnia e difamação que já estava enterrada. O processo havia sido arquivado pela ministra Cármen Lúcia após a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar contra a continuidade da ação. No entanto, a causa foi ressuscitada justamente no momento em que Roberto Rocha se consolida como um forte candidato ao Senado.
O ponto mais crítico da denúncia revela um conflito de interesses sem precedentes. Flávio Dino preside a turma do STF responsável por julgar o caso, mesmo sendo ele o próprio autor da queixa-crime original apresentada em 2022. Hildo Rocha afirmou que a situação é estranha e sugere uma orquestração para aniquilar a candidatura do ex-senador, ferindo de morte a segurança jurídica e a imunidade parlamentar.
Um grupo de senadores liderado por Plínio Valério (PSDB–AM) já acionou o presidente Davi Alcolumbre para que a Advocacia do Senado intervenha no processo. Os parlamentares sustentam que a retomada da ação ignora a proteção constitucional que garante liberdade de expressão aos congressistas e representa uma ameaça institucional grave.

















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